CAA como linguagem, não apenas como recurso
A formação aborda a CAA como parte de um processo comunicativo e linguístico, e não apenas como escolha de pranchas, aplicativos ou dispositivos.
Pós-graduação lato sensu • Comunicação Aumentativa e Alternativa
Da avaliação à implementação: desenvolva decisões mais consistentes em Comunicação Aumentativa e Alternativa.
Aprofunde avaliação, planejamento individualizado, seleção e adaptação de sistemas, orientação de parceiros e acompanhamento da CAA em contextos clínicos, escolares e familiares. CAA vai muito além da escolha de uma prancha, aplicativo ou dispositivo. Atuação fonoaudiológica em CAA regulamentada pela Resolução CFFa nº 799/2025.
Trabalhar com Comunicação Aumentativa e Alternativa envolve muito mais do que conhecer recursos ou ferramentas. É preciso compreender a pessoa, sua linguagem, seus contextos de comunicação e os parceiros que participam de sua rotina.
A atuação pode envolver avaliação, planejamento, escolha e adaptação de sistemas, definição de vocabulário, implementação, acompanhamento e reavaliação ao longo do processo.
Em 2025, o Conselho Federal de Fonoaudiologia regulamentou especificamente a atuação fonoaudiológica em CAA por meio da Resolução CFFa nº 799/2025, reforçando a complexidade e a responsabilidade envolvidas nesse campo.
É no espaço entre conhecer os recursos e saber tomar decisões sobre eles que esta especialização se posiciona.
A Resolução CFFa nº 799/2025 organiza competências que vão muito além da indicação de um recurso. A atuação pode envolver avaliação da linguagem e das necessidades comunicativas, planejamento, seleção e adaptação de sistemas, acompanhamento, reavaliação e orientação dos parceiros de comunicação.
Os conteúdos apoiam a análise de necessidades, a definição de objetivos funcionais, a escolha de recursos, a implementação e a revisão do planejamento.
Uma implementação funcional considera a pessoa, a linguagem, os parceiros de comunicação e os ambientes em que a comunicação acontece.
A formação aborda a CAA como parte de um processo comunicativo e linguístico, e não apenas como escolha de pranchas, aplicativos ou dispositivos.
Avaliar informações, estabelecer objetivos, selecionar estratégias e revisar decisões de acordo com as necessidades de cada pessoa.
Conteúdos que atravessam infância, vida adulta e envelhecimento, incluindo condições do desenvolvimento, adquiridas e neurodegenerativas.
Família, escola, cuidadores e demais parceiros fazem parte do processo de implementação e generalização da comunicação.
A CAA é discutida considerando os diferentes ambientes em que a pessoa vive e se comunica e a necessidade de articulação entre profissionais e parceiros.
A formação possui aprofundamento especialmente relevante para fonoaudiólogos que desejam desenvolver maior consistência na avaliação, no planejamento, na implementação e no acompanhamento da CAA.
Também pode contribuir para profissionais da saúde, da educação e de áreas relacionadas que participam de processos de Comunicação Aumentativa e Alternativa, considerando sempre as atribuições e os limites profissionais de cada área.
Aprofundamento em linguagem, avaliação, planejamento, seleção e adaptação de sistemas, intervenção, acompanhamento e trabalho com parceiros.
Compreensão da CAA, acessibilidade comunicacional, participação, implementação nos respectivos contextos e trabalho interdisciplinar, respeitando as competências profissionais de cada área.
Conceitos centrais, recursos e fundamentos para uma atuação funcional em CAA.
Base clínica para leitura, organização e tomada de decisão em contextos de CAA.
Estratégias de avaliação para observar necessidades, barreiras e potencial de comunicação.
Como transformar avaliação em plano funcional, adaptado e clinicamente consistente.
Aplicação de CAA em quadros como ELA e Alzheimer, com foco em autonomia e comunicação.
Como a CAA apoia interação social, participação e construção de repertório comunicativo.
Da escolha do sistema à implementação no dia a dia clínico e escolar.
Estratégias de intervenção em CAA para pessoas com TEA e diferentes perfis de comunicação.
Como orientar família, escola e cuidadores para sustentar a comunicação no cotidiano.
Leitura e intervenção em CAA para quadros de desenvolvimento da linguagem.
Ajustes, recursos e planejamento terapêutico para pessoas com paralisia cerebral.
Estratégias para ampliar acesso, participação e comunicação funcional.
Integração de dados, contexto e objetivos para planejamento terapêutico avançado.
Adaptação de CAA e estratégias comunicativas em afasia e pós-AVC.
Uma formação construída por diferentes perspectivas sobre avaliação, linguagem, implementação, contextos de uso e populações atendidas em CAA. Conheça quem conduz cada parte desse percurso e qual dimensão da formação está sob sua responsabilidade.
9 docentes da formação

Atua nos fundamentos da CAA, clínica de comunicação, suporte a doenças neurodegenerativas, paralisia cerebral, deficiência intelectual, afasia e distúrbios pós-AVC.

Atua com avaliação em CAA, habilidades sociais e intervenção em CAA para pacientes com TEA.

Contribui com planejamento individualizado, intervenção adaptada e articulação entre clínica, aprendizagem e educação.

Atua na implementação de sistemas de CAA e no treinamento de parceiros da comunicação.

Contribui com linguagem, processamento analítico, planejamento com família e intervenção funcional.

Atua com expansão da linguagem, TEA e implementação de sistemas robustos de CAA.

Amplia a leitura clínica, comportamental e interdisciplinar em casos complexos ligados ao desenvolvimento e ao TEA.

Contribui com metodologia de pesquisa, escrita acadêmica e olhar científico-investigativo.

Conecta Libras, educação, acessibilidade e comunicação em contextos inclusivos.
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As evidências disponíveis não sustentam a ideia de que a introdução da CAA impeça o desenvolvimento da fala. A Comunicação Aumentativa e Alternativa pode coexistir com diferentes formas de comunicação, inclusive a fala. Seu objetivo principal é ampliar o acesso da pessoa à comunicação de acordo com suas necessidades, e não funcionar como uma promessa de desenvolvimento da fala.
A indicação de CAA não deve depender de a pessoa demonstrar previamente um conjunto fixo de habilidades cognitivas ou comunicativas. A avaliação deve considerar suas necessidades de comunicação, seus contextos, possibilidades de acesso e formas de participação.
Não. A Comunicação Aumentativa e Alternativa pode ser utilizada em diferentes fases da vida e em diferentes condições, temporárias ou permanentes. A formação aborda desde condições do neurodesenvolvimento até situações adquiridas e neurodegenerativas.
A implementação da CAA não acontece apenas durante a terapia. Família, escola, cuidadores e outros parceiros podem participar da criação de oportunidades de comunicação e da utilização do sistema nos diferentes contextos da vida cotidiana.
A Resolução CFFa nº 799/2025 regulamentou especificamente a atuação do fonoaudiólogo em Comunicação Aumentativa e Alternativa. O documento descreve competências relacionadas à avaliação, ao planejamento, à seleção e adaptação de sistemas, à implementação, ao acompanhamento, à reavaliação e à orientação de parceiros, dentro das atribuições da Fonoaudiologia.
A formação possui conteúdos especialmente aprofundados para a atuação fonoaudiológica em CAA, mas também dialoga com profissionais da saúde, da educação e de áreas relacionadas. Cada profissional deve considerar as atribuições e os limites legais de sua própria profissão ao aplicar os conhecimentos estudados.
A formação é indicada para profissionais de saúde, educação e áreas afins que desejam aprofundar avaliação, planejamento terapêutico e intervenção em Comunicação Aumentativa e Alternativa. É indicada tanto para quem está iniciando na área quanto para quem já atende pessoas com necessidades complexas de comunicação.
Não é necessário já atuar de forma especializada em CAA. A grade começa pelos fundamentos, avança para avaliação e planejamento e depois aborda implementação, parceiros de comunicação, populações específicas e raciocínio clínico avançado.
Você estudará fundamentos da CAA, avaliação das necessidades comunicativas, planejamento individualizado, implementação de sistemas, treinamento de parceiros, atuação em contextos clínicos e educacionais e intervenção em diferentes condições do desenvolvimento e adquiridas.
Sim. A grade inclui conteúdos relacionados a TEA, transtornos do desenvolvimento da linguagem, paralisia cerebral e deficiência intelectual, além de doenças neurodegenerativas, afasia e alterações pós-AVC.
Sim. A proposta considera que a CAA precisa funcionar além da sessão terapêutica. Por isso, a formação aborda implementação em contextos clínicos e educacionais e orientação de familiares, cuidadores, educadores e demais parceiros de comunicação.
Não. Recursos e tecnologias fazem parte da CAA, mas a formação não reduz a atuação à escolha de uma ferramenta. A grade também trabalha avaliação, objetivos funcionais, planejamento terapêutico, sistemas de comunicação, parceiros, contexto e acompanhamento.
As aulas desta turma são gravadas.
Não. Esta versão da turma possui 14 módulos e não inclui o módulo de introdução ao Gestalt. A grade exibida nesta página corresponde aos conteúdos desta turma.