Vocabulário com função no cotidiano
Estude vocabulário essencial e específico para ir além dos pedidos: comentar, recusar, escolher e participar das interações cotidianas.
Pós-graduação lato sensu • Comunicação Aumentativa e Alternativa
O recurso de CAA está disponível. Mas ele é usado para pedir, escolher, recusar e participar? Estude como avaliação, organização de vocabulário, implementação e formação de parceiros se conectam para que a comunicação encontre espaço na clínica, na escola e na vida cotidiana.
Com 570 horas, a formação percorre fundamentos, avaliação, planejamento, diferentes perfis de linguagem e implementação da CAA. A matriz contempla 19 módulos curriculares e bônus de Libras para conectar o estudo às necessidades reais de comunicação.
Uma necessidade de comunicação pode aparecer ao fazer uma escolha, recusar algo, pedir ajuda ou compartilhar uma experiência. O planejamento da CAA precisa considerar essas situações e as formas de participação de cada pessoa.
Isso envolve conhecer suas necessidades, definir prioridades, analisar recursos e pensar em como família, escola e outros parceiros podem apoiar a comunicação no cotidiano.
Esta especialização organiza o estudo dos fundamentos, da avaliação e da implementação para ajudar você a compreender essas decisões em conjunto.
Da fundamentação à aplicação clínica e escolar, a matriz articula avaliação, planejamento individualizado, orientação de parceiros e CAA em diferentes fases da vida. Também contempla discussões críticas sobre processamento da linguagem e metodologia científica.

Para fonoaudiólogos, o percurso articula avaliação, objetivos de intervenção, recursos, implementação e acompanhamento. Para os demais profissionais, oferece compreensão desses processos e de sua participação no trabalho interdisciplinar.
Cada pessoa tem interesses, necessidades e formas de participação próprias. A formação considera essa diversidade ao relacionar recursos, linguagem, parceiros de comunicação e ambientes de uso.

Estude vocabulário essencial e específico para ir além dos pedidos: comentar, recusar, escolher e participar das interações cotidianas.
Compreenda a relação entre avaliação, prioridades e adaptação dos recursos às necessidades da pessoa.
Conheça os recortes da matriz relacionados à infância, a condições adquiridas e a doenças neurodegenerativas.
Aprofunde o treinamento dos parceiros de comunicação e a criação de oportunidades de uso da CAA na escola, na clínica e em casa.
Relacione o uso da CAA à observação de dificuldades, avanços e necessidades de ajuste no planejamento.
A formação reúne aprofundamento clínico para fonoaudiólogos e conteúdos de interesse para profissionais da saúde e da educação que participam do apoio à comunicação. A aplicação dos conhecimentos respeita as atribuições de cada profissão.
Aprofundamento em avaliação e intervenção em CAA, considerando linguagem, recursos, parceiros e acompanhamento das necessidades comunicativas.
Estudo da acessibilidade comunicacional e das possibilidades de apoiar o uso da CAA nos respectivos contextos, em articulação com a equipe.
O percurso começa pelos fundamentos e avança para planejamento e implementação. Consulte a matriz para avaliar a relação dos conteúdos com seu momento profissional.
Conceitos, sistemas e estratégias de CAA relacionados à autonomia e à participação de pessoas com diferentes necessidades comunicativas.
Princípios da clínica de comunicação, desenvolvimento comunicativo e fundamentos de intervenção em contextos clínicos e educacionais.
Avaliação das necessidades comunicativas, compreensão dos contextos de uso e seleção de recursos e estratégias de CAA.
Discussão sobre perspectivas analíticas e gestalt de processamento da linguagem, com leitura crítica da literatura e das hipóteses clínicas.
Perspectivas de processamento de linguagem, avaliação e planejamento individualizado construído em diálogo com a família.
Planejamento de objetivos comunicativos, seleção de vocabulário e adequação de recursos de baixa e alta tecnologia às necessidades da pessoa.
Apoios à comunicação em condições neurodegenerativas, como ELA, Parkinson e Alzheimer, considerando mudanças funcionais ao longo da vida.
Estratégias e recursos de CAA para ampliar oportunidades de interação, funções comunicativas e participação social.
Estudo dos perfis gestálticos e da abordagem NLA registrada na matriz, considerando seus fundamentos e as limitações atuais das evidências científicas.
Critérios de implementação de sistemas de CAA em ambientes clínicos e escolares, com atenção a recursos, parceiros e oportunidades de uso.
Aspectos da estrutura diagnóstica do TEA, questões do desenvolvimento e implicações para a compreensão interdisciplinar das necessidades de apoio.
Planejamento de estratégias de CAA para pessoas autistas, com foco em necessidades comunicativas, expressão e participação.
Temas de transtornos do desenvolvimento da linguagem e apoios comunicativos em contextos clínicos e educacionais.
Orientação de familiares, educadores, cuidadores e outros parceiros, incluindo modelagem e oportunidades de comunicação.
Expansão da linguagem, modelagem, personalização de recursos e discussão de aplicações clínicas, incluindo perspectivas de perfis gestálticos.
Necessidades comunicativas na paralisia cerebral e critérios de seleção de recursos, acesso e apoio à participação.
CAA na deficiência intelectual e múltipla, incluindo avaliação individualizada, escolha de estratégias e participação social.
Comunicação e linguagem em afasia e alterações pós-AVC, considerando avaliação, seleção de recursos e participação.
Fundamentos de pesquisa científica, métodos, projeto de pesquisa, leitura crítica e escrita acadêmica responsável.
Fundamentos da Libras e possibilidades de articulação com recursos de CAA, respeitando a especificidade da língua e dos contextos de uso.
Conheça os docentes vinculados à matriz da CAA gravada. As informações de formação são apresentadas conforme o cadastro acadêmico disponível.
10 docentes da formação

Atua nos fundamentos da CAA, clínica de comunicação, suporte a doenças neurodegenerativas, paralisia cerebral, deficiência intelectual, afasia e distúrbios pós-AVC.

Atua com avaliação em CAA, habilidades sociais e intervenção em CAA para pacientes com TEA.

Contribui com planejamento individualizado, intervenção adaptada e articulação entre clínica, aprendizagem e educação.

Atua na implementação de sistemas de CAA e no treinamento de parceiros da comunicação.

Contribui com linguagem, processamento analítico, planejamento com família e intervenção funcional.

Vinculada aos módulos sobre perfis gestálticos, expansão da linguagem e aplicação clínica.

Amplia a leitura clínica, comportamental e interdisciplinar em casos complexos ligados ao desenvolvimento e ao TEA.
Vinculada ao módulo Autismo e Estrutura Diagnóstica no dossiê da CAA gravada. Currículo acadêmico não informado no cadastro UNYOM.

Contribui com metodologia de pesquisa, escrita acadêmica e olhar científico-investigativo.

Conecta Libras, educação, acessibilidade e comunicação em contextos inclusivos.
Explore a demonstração da formação e conheça uma amostra da experiência de estudo na Vivaion.
Veja como os conteúdos são organizados, como funciona a navegação e quais recursos acompanham sua jornada de aprendizagem.
Acesso demonstrativo e temporário de 30 minutos. A experiência será aberta em uma nova aba.
Assista e anote
Veja como o aluno pode acompanhar a aula e registrar pontos importantes durante o estudo.
Confira a matriz, conheça o formato e escolha a condição de matrícula adequada para você.

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Conferir instituição no e-MECRespostas diretas para ajudar na decisão de matrícula.
As evidências disponíveis não sustentam essa ideia. A CAA pode coexistir com a fala e com outras formas de comunicação. O foco é ampliar o acesso à comunicação conforme as necessidades da pessoa, sem prometer desenvolvimento da fala.
A indicação de CAA não deve depender de a pessoa demonstrar previamente um conjunto fixo de habilidades cognitivas ou comunicativas. A avaliação deve considerar suas necessidades de comunicação, seus contextos, possibilidades de acesso e formas de participação.
Não. A Comunicação Aumentativa e Alternativa pode ser utilizada em diferentes fases da vida e em diferentes condições, temporárias ou permanentes. A formação aborda desde condições do neurodesenvolvimento até situações adquiridas e neurodegenerativas.
A implementação da CAA não acontece apenas durante a terapia. Família, escola, cuidadores e outros parceiros podem participar da criação de oportunidades de comunicação e da utilização do sistema nos diferentes contextos da vida cotidiana.
A Resolução CFFa nº 799/2025 regulamentou especificamente a atuação do fonoaudiólogo em Comunicação Aumentativa e Alternativa. O documento descreve competências relacionadas à avaliação, ao planejamento, à seleção e adaptação de sistemas, à implementação, ao acompanhamento, à reavaliação e à orientação de parceiros, dentro das atribuições da Fonoaudiologia.
A formação possui conteúdos especialmente aprofundados para a atuação fonoaudiológica em CAA, mas também dialoga com profissionais da saúde, da educação e de áreas relacionadas. Cada profissional deve considerar as atribuições e os limites legais de sua própria profissão ao aplicar os conhecimentos estudados.
A formação reúne aprofundamento clínico para fonoaudiólogos e conteúdos de interesse para profissionais da saúde, da educação e de áreas afins que participam do apoio à comunicação. Cada profissional aplica os conhecimentos de acordo com as atribuições de sua área.
A sequência começa pelos fundamentos e avança para planejamento e implementação. Leia a matriz e converse com a equipe para avaliar a adequação dos conteúdos ao seu momento profissional.
A matriz inclui fundamentos da CAA, avaliação, planejamento, implementação, treinamento de parceiros, necessidades comunicativas ao longo da vida, discussões sobre processamento da linguagem, metodologia de pesquisa e bônus de Libras.
Sim. A grade inclui conteúdos relacionados a TEA, transtornos do desenvolvimento da linguagem, paralisia cerebral e deficiência intelectual, além de doenças neurodegenerativas, afasia e alterações pós-AVC.
Sim. A proposta considera que a CAA precisa funcionar além da sessão terapêutica. Por isso, a formação aborda implementação em contextos clínicos e educacionais e orientação de familiares, cuidadores, educadores e demais parceiros de comunicação.
Não. Recursos e tecnologias fazem parte da CAA, mas a formação não reduz a atuação à escolha de uma ferramenta. A grade também trabalha avaliação, objetivos funcionais, planejamento terapêutico, sistemas de comunicação, parceiros, contexto e acompanhamento.
As aulas desta oferta são gravadas.
A matriz acadêmica desta edição possui 19 módulos curriculares, que somam 530 horas, e um módulo bônus de Libras de 40 horas. A carga horária total registrada é de 570 horas.
Sim. A matriz inclui conteúdos sobre processadores analíticos e gestalt, planejamento com família, avaliação de perfis gestálticos e expansão da linguagem. A presença desses temas não equivale à comprovação de eficácia de um protocolo específico: é necessário avaliar criticamente as evidências e individualizar os cuidados.