Apostas e saúde mental no SUS
Em outubro de 2026, o Ministério da Saúde destacou orientações de prevenção e a oferta de atendimento no SUS a pessoas com problemas relacionados a jogos e apostas e seus familiares.
Fonte: Ministério da Saúde (2026)Pós-graduação lato sensu • Dependências contemporâneas, neurociência afetiva e clínica
Aprofunde a avaliação de comportamentos aditivos, o diagnóstico diferencial, a formulação clínica e as decisões de cuidado em diferentes contextos.
Uma especialização voltada a psicólogos que reúne dependências comportamentais, avaliação, modelos da neurociência afetiva e da neuropsicanálise, redução de danos e atenção psicossocial.
A dependência não aparece apenas como falta de controle. Ela envolve recompensa, alívio, vínculo, sofrimento, risco, prejuízo funcional e contexto.
O uso problemático de jogos e apostas pode envolver sofrimento, prejuízo financeiro e conflitos familiares. Outras experiências, como uso intenso de telas e compras compulsivas, exigem atenção às diferenças entre hábitos, sofrimento e transtornos diagnosticáveis.
Em outubro de 2026, o Ministério da Saúde destacou orientações de prevenção e a oferta de atendimento no SUS a pessoas com problemas relacionados a jogos e apostas e seus familiares.
Fonte: Ministério da Saúde (2026)Em estudo com adolescentes da Europa, Ásia Central e Canadá, a OMS registrou aumento de 7% (2018) para 11% (2022) no uso problemático de redes sociais. Não são dados de prevalência do Brasil.
Fonte: OMS EuropaNa CID-11, a OMS reconhece o transtorno de jogos eletrônicos quando há perda de controle, prioridade crescente ao jogo, persistência apesar de consequências negativas e prejuízo funcional significativo.
Fonte: OMSA Nota Técnica nº 4/2025 do Ministério da Saúde orienta gestores e profissionais da RAPS no cuidado a pessoas com problemas ligados a apostas e suas redes de apoio.
Fonte: Ministério da Saúde (Nota Técnica 4/2025)Uma pessoa pode buscar atendimento por dívidas, conflitos, vergonha, sofrimento ou mudanças na rotina, sem nomear seu problema como transtorno. O trabalho clínico exige investigar a função do comportamento, os prejuízos, o contexto, as comorbidades e os riscos, sem moralização nem diagnósticos precipitados.

O percurso relaciona padrões de uso, sofrimento, prejuízo funcional e comorbidades com a análise do contexto, a avaliação clínica e a construção de possibilidades de cuidado.
A matriz conecta avaliação, dependências químicas e comportamentais, referenciais da neurociência afetiva e da neuropsicanálise, entrevista motivacional, redução de danos e atenção psicossocial. Diferentes abordagens são estudadas sem confundir modelos teóricos com intervenções de eficácia estabelecida.

Os módulos discutem apostas, jogos eletrônicos, uso problemático de tecnologia, compras, trabalho e comportamentos sexuais compulsivos, distinguindo sofrimento e prejuízo de diagnósticos formalmente estabelecidos.
Conheça o modelo dos sistemas afetivos de Panksepp como referencial para discutir emoções e motivação, analisando seus limites de aplicação clínica.
O percurso contempla critérios diagnósticos, avaliação funcional, risco, prejuízo, comorbidades e níveis de cuidado, com atenção ao diagnóstico diferencial.
A matriz inclui RAPS, CAPS AD, Projeto Terapêutico Singular, famílias, comunidade, redução de danos e direitos humanos.
Os módulos relacionam padrões de comportamento, afetos, contexto e opções de cuidado para sustentar a discussão e a formulação clínica.
O curso aproxima referências teóricas e questões clínicas, distinguindo o que é evidência terapêutica do que é hipótese ou modelo explicativo.
A matriz discute redução de danos, ética, trabalho com famílias e projetos terapêuticos construídos no contexto de cada pessoa.
Pós exclusiva para psicólogos que desejam compreender, avaliar e manejar dependências químicas e comportamentais contemporâneas com base clínica, neurocientífica, psicossocial e interdisciplinar.
Para psicólogos que atendem casos de compulsão, recaída, impulsividade, ansiedade, vergonha, uso problemático de telas, apostas, jogos, conflitos familiares e prejuízo funcional.
Para psicólogos que precisam compreender melhor padrões aditivos, recaída, adesão, sofrimento psíquico, risco, comorbidades e níveis de cuidado.
Para psicólogos que desejam integrar comportamento, afeto, vínculo, neurociência afetiva, psicopatologia, diagnóstico diferencial e formulação de caso.
Para psicólogos que trabalham em clínicas, serviços, CAPS AD, atenção psicossocial, famílias, comunidades ou contextos interdisciplinares.
A NACC foi desenhada para psicólogos que desejam aprofundar avaliação, formulação de caso, diagnóstico diferencial, comorbidades, risco, vínculo, regulação emocional e intervenção em dependências comportamentais contemporâneas e dependência química.
Ao restringir a formação a psicólogos, a pós pode avançar em discussões clínicas mais específicas, com linguagem profissional, casos complexos e aprofundamento técnico compatível com a prática psicológica.
Fundamentos da neurociência afetiva e sua importância para a compreensão clínica das emoções, dos afetos e da relação mente-cérebro.
Organização dos sistemas emocionais primários e suas manifestações clínicas na motivação, no vínculo, no sofrimento e nos comportamentos compulsivos.
Fundamentos históricos, sociais, culturais, políticos, neurobiológicos e psicossociais do uso de álcool e outras drogas.
Conceito de dependência comportamental e análise de novos padrões de adoecimento, como apostas online, gaming, uso problemático de tecnologia, redes sociais, compras compulsivas, comportamento sexual compulsivo e trabalho compulsivo.
Critérios diagnósticos, padrões de uso, comportamentos aditivos, avaliação clínica, psicossocial e funcional, psicofarmacologia aplicada, manejo de abstinência, comorbidades, diagnóstico diferencial, risco, prejuízo funcional e níveis de cuidado.
Transtornos de humor, ansiedade, personalidade, psicóticos, TDAH e manejo clínico integrado das comorbidades associadas ao uso de substâncias psicoativas.
Entrevista motivacional, intervenções breves, comunicação terapêutica, manejo de baixa adesão, prevenção de recaída, habilidades sociais e redução de danos.
Ferramentas práticas de manejo clínico, com foco em análise do comportamento aplicada à dependência de álcool e outras drogas.
Introdução à neuropsicanálise, seus problemas conceituais e a articulação proposta com a neurociência afetiva, com leitura crítica de hipóteses e aplicações clínicas.
Discussão de conceitos psicanalíticos e neuropsicanalíticos sobre linguagem, sonhos, transferência e estruturas psíquicas, distinguindo interpretação teórica de comprovação empírica.
Estudo de casos e de referenciais neuropsicanalíticos para a clínica, incluindo cérebro preditivo, debates científicos e psicofarmacologia em perspectiva interdisciplinar.
Rede de Atenção Psicossocial, CAPS AD, unidades de acolhimento, consultórios na rua, comunidades terapêuticas, internação, fluxos de atendimento, matriciamento e vulnerabilidade social.
Acolhimento, escuta qualificada, Projeto Terapêutico Singular, trabalho interdisciplinar, reabilitação psicossocial, trabalho, geração de renda e atuação da terapia ocupacional.
Teorias familiares aplicadas à dependência química, codependência, sofrimento, limites familiares, grupos de apoio, ações comunitárias e projetos preventivos.
Ética profissional, direitos humanos, redução do estigma, internações voluntária, involuntária e compulsória, limites legais e discussão de casos clínicos reais.
Profissionais de psicologia, enfermagem, serviço social e terapia ocupacional, além de diferentes trajetórias de formação, participam da proposta acadêmica. Os dados profissionais seguem os registros do dossiê UNYOM.
10 docentes da formação

Atua com dependências comportamentais, novos padrões de adoecimento, análise do comportamento, prevenção de recaída e ferramentas práticas de manejo.

Contribui com avaliação clínica, diagnóstico, padrões de uso, níveis de cuidado e manejo em dependência química.

Atua com comorbidades psiquiátricas associadas ao uso de substâncias, saúde mental, dependência química e políticas públicas.

Contribui com neurociências clínicas, avaliação neuropsicológica, funções executivas, sistemas afetivos e psicopatologia dos afetos.

Atua nos fundamentos da dependência química, neurobiologia, fatores de risco e proteção, diagnóstico e padrões de uso.

Contribui com atenção psicossocial, rede de cuidado, CAPS AD, gestão em saúde pública, políticas públicas e proteção intersetorial.

Conduz o estudo dos sistemas afetivos, neurociência afetiva, vínculos, regulação emocional e padrões afetivos na clínica.

Atua com entrevista motivacional, intervenções breves, redução de danos, famílias, comunidades, ética, direitos humanos e mentorias clínicas.

Contribui com Projeto Terapêutico Singular, reabilitação psicossocial, trabalho interdisciplinar e atuação da terapia ocupacional na rede.

Contribui com linguagem, vínculos, sonhos, transferência, estruturas psíquicas e leitura clínica dos afetos na contemporaneidade.

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A NACC é exclusiva para psicólogos. Isso não é um detalhe comercial: é uma escolha pedagógica que permite aprofundar avaliação clínica, formulação de caso, diagnóstico diferencial, vínculo, regulação emocional e manejo do sofrimento sem diluir a discussão para públicos com atribuições diferentes.
Sim. A formação aborda apostas online, telas, jogos eletrônicos, tecnologia, redes sociais, compras compulsivas e outros padrões aditivos contemporâneos. O mérito da pós está em tratar essas demandas como clínica séria, articulando risco, prejuízo funcional, comorbidades e contexto, e não como tema de moda.
Não. A dependência química faz parte da base da formação, mas a NACC se destaca por ampliar a leitura para dependências comportamentais contemporâneas e novos padrões de adoecimento que já chegaram ao consultório, ao território e à atenção psicossocial.
A matriz integra temas de avaliação e dependências, referenciais de neurociência afetiva, entrevista motivacional, atenção psicossocial e direitos humanos. O objetivo é ampliar o repertório crítico do psicólogo sem reduzir problemas complexos a uma única explicação.
Sim. Os módulos apresentam a proposta de sistemas afetivos de Jaak Panksepp e a neuropsicanálise como referenciais para discutir emoção, motivação e clínica. É importante distinguir esses modelos teóricos das evidências específicas de eficácia de cada intervenção.
A formação combina base teórica e aplicação clínica. A matriz inclui avaliação, risco, prejuízo funcional, comorbidades, recaída, redução de danos, cuidado em rede e discussão de casos, de modo que o conteúdo sustente raciocínio clínico aplicável à prática real.
O percurso acadêmico registra 15 módulos sobre dependências químicas e comportamentais, neurociência afetiva, neuropsicanálise, avaliação, intervenção, atenção psicossocial, famílias e ética. Consulte a carga horária anunciada nesta oferta e confirme eventuais dúvidas com a equipe.
A página anuncia R$ 1.897,00 à vista, 6 parcelas de R$ 429,90 ou 12 parcelas de R$ 239,90. Confira diretamente no checkout Eduzz as formas de pagamento, condições e taxas disponíveis antes de confirmar a matrícula.
Sim. A página inclui o link oficial para consulta no e-MEC, o que reforça transparência institucional e ajuda o aluno a confirmar a formação com mais tranquilidade.
Sim. A pós inclui redução de danos, RAPS, CAPS AD, Projeto Terapêutico Singular, família, comunidade, direitos humanos, ética e rede de cuidado. Isso é decisivo para quem quer uma formação tecnicamente atual e eticamente comprometida com cuidado possível e contextualizado.